Archive for the ‘pessoal’ Category

Feb

17

Indo contra todos os posts que estão sendo lançados agora pela galerê, estou fora do clima carnaval uhu, pegação,  transe como se não houvesse amanhã yé!

Sabe oque me fez entrar nessa pilha? Uma conversa que tive com um amigo nesta madrugada, me deu uma vontade imensurável de fazer um post [Isso é raro, hahaha] sobre a vontade de ter aquele amor de filme que faz o maior dos corações gelados chorar.

Vide “Um amor para recordar / A walk to remember” – Filme da minha vida!

Receita infalível: Cinema somado a música acompanhada de um casal que você jura ter alguma coisa além da atuação [Sr. e Sra. Smith] é inevitável e mágico a imersão de qualquer um que tem coração mole .
Jogo ganho para quem pretende envolver os apaixonados pelo amor e encantos de uma relação idealizada [como eu], ou pelos amantes das imagens e significado qu elas passam, além do roteiro como um todo (assim como o Cesinha :P )

Ele me enviou um vídeo que faz ter uma vontade absurda de viver aquele amor de verdade, ter dias intensos, verdadeiros e variados. Quer ver como você vai ficar com vontade? Eu to ouvindo a música em loop eterno, tentando entender se isto existe de fato ou só é mais uma das milhares que tenho na lista coisa para se sonhar apenas.

BABE, eu estou com os olhos marejados até agora:

Você já teve dias assim? Que dariam livros, filmes e fariam pessoas chorar? Consegue sentir a sinceridade de cada movimento?

O valor do close nos pézinhos próximos, posição de beijinho apaixonado?

Amar é muito mais do que dia dos namorados, presentes caros, e vontades atendidas. É um poço infnito de atitudes que você toma para tentar envolver o outro, com o seu ser, o que você é de fato. É andar pisando em ovos, mas feliz, pois a segurança é boa em certos momentos. Amor não é uma pólice, e sim aquela cláusula que não te dá cobertura, aquele porém, o único que não pode acontecer, que te tira o chão e de uma forma impressionante te faz melhor.

Não quero garantias, nem provas. Por hoje adormecer ao lado de quem me faz bem, já me satisfaz.

Amar, é muito bom, pra quem não tem medo de ser feliz. E o medo está fora do jogo da minha vida sem sombra de dúvidas.

Tô me amando…finalmente! :D

Postado por Alê Ferreira 11 Comments »

Feb

10

Tá, o blog é meeeu (precisa enfatizar tanto Alessandra? nah!) e eu fiquei com uns cinco drafts do Campus Party  que não consegui postar por diversos motivos, outras prioridades de resolução da vida, falta de foco, entende?

Então resolvi pular o CParty que já é uma água super ultra mega master passada e me reaver com os malditos queridos miolos.

Para ler o post, indico ouvir Bang Bang You’re dead indicada pela minha queridíssima Miriam Bottan preciosa.

Bem vamos a pauta, recebi de uma amiga um texto que me fez repensar muitas das atitudes que eu andei tomando (e recebendo) a vida inteira, e me fez ver como as pessoas são medíocres num momento de perda, readaptação, aceitação de mudanças. Quer ver?

“Sempre acho que namoro, casamento, romance tem começo, meio e fim. Como tudo na vida. Detesto quando escuto aquela conversa:

- Ah, terminei o namoro…

– Nossa, quanto tempo?

- Cinco anos…Mas não deu certo…acabou

- É não deu…

Claro que deu! Deu certo durante cinco anos, só que acabou.

E o bom da vida, é que você pode ter vários amores.”

Cara, quer verdade maior?

Com todo o perdão da expressão, porra se você passou anos com a pessoa em questão algo de bom tinha né? Se não tem mais, tá certo, termina vai viver, curtir, renascer, mudar o rumo dos caminhos para SE FAZER FELIZ, essa é a grande chave. Fazer por si.

Além de tudo, tenha culhões para aceitar que tudo o que passou foi bom sim, seu coração bateu mais forte, você agiu como bobo, fez esforços, passou por poucas e boas e foi FELIZ.

Ninguém precisa encher o peito de raiva para se dar uma nova chance, negar o passado é negar a si mesmo, negar a si mesmo por tanto tempo é se desaprovar  continuamente, e este tipo de atitude trás algo de volta? O tempo, pessoas, situações?

Não! Definitivamente.

Então pra que essa novela mexicana? Por que as pessoas precisam se atacar desta forma? Acho que nem tudo precisa ter um fim traumático, ser amigável e firme já é suficiente. Não desça o nível, não é necessário. Sabe aquela frase clichê: Quando um não quer, dois não brigam fazem. É sim, a pura verdade, discutir de volta não facilita nada, nem torna menos doloroso, pelo contrário. Além de lidar com a sensação imensa de vazio e perda, você terá mais uns bons pares de sentimentos ruins para administrar, e se arrepender depois de falar algumas abobrinhas. Tudo isso em nome da honra, orgulho, egoísmo? Sem essa né! Não estou aqui falando com a propriedade de quem tomou a grande decisão, estou aqui com o outro lado o lado de quem teve que aceitar, então não leve a mal, mas o choque é maior para quem nem pensava na hipótese de lidar com uma situação dessas no momento. Analise comigo:

“Acho que o beijo é importante…e se o beijo bate…se joga…senão bate…mais um Martini, por favor…e vá dar uma volta. Se ele ou ela não te quer mais, não force a barra.
O outro tem o direito de não te querer.
Não lute, não ligue, não dê pití.
Se a pessoa está com dúvida, problema dela, cabe a você esperar ou não.
Existe gente que precisa da ausência para querer a presença.
O ser humano não é absoluto. Ele titubeia, tem dúvidas e medos mas se a pessoa REALMENTE gostar, ela volta.
Nada de drama.”


Não é uma verdade absoluta? Creio que nem preciso relatar nada para dizer isto com uma propriedade de quem lê e pensa: “Por que raios eu não pensava assim antes de ler este texto? Dá uma sensação de aprendizado enorme, juro!

Portanto termino o post com as palavras do sábio Arnaldo Jabour, que nos cala e faz entender que tudo vai acontecer de novo, não dá pra evitar, apenas mudar o ângulo ao qual encaramos os fatos.

Não seja mais um loser, faça a diferença! Tenho lutado para fazê-la e acho que tem funcionado, voltei a sorrir.

Gostar dói.
Você muitas vezes vai ter raiva, ciúmes, ódio, frustração.
Faz parte. Você namora um outro ser, um outro mundo e um outro universo.
E nem sempre as coisas saem como você quer…
A pior coisa é gente que tem medo de se envolver.
Se alguém vier com este papo, corra, afinal, você não é terapeuta.
Se não quer se envolver, namore uma planta. É mais previsível.
Na vida e no amor, não temos garantias.
E nem todo sexo bom é para namorar.
Nem toda pessoa que te convida para sair é para casar.
Nem todo beijo é para romancear.
Nem todo sexo bom é para descartar. Ou se apaixonar.
Ou se culpar.
Enfim…quem disse que ser adulto é fácil?

Arnaldo Jabour

Postado por Alê Ferreira 2 Comments »

Alê Ferreira

Paulistana com um pé na Europa, nascida em 1987, ora tem a certeza de que publicidade é seu ramo, ora decide ser pop star.

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  • Quer um S.T.A.M.P.S.?

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  • A melhor decisão que tomei

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  • Comodidade, a gente não vê por aqui!

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  • Autopictures tortas?
    Só se você quiser! :P

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