Jan
26Hoje estava respondendo algumas perguntas no meu Formspring, quando me deparei com uma muito boa sobre a minha inconstância de uma forma bem negativa.
E então resolvi desenvolver mais sobre como EU vejo minha carreira. Agora, como você vê a tua é problema teu né?
Pra mim a vida é sinônimo de busca de felicidade, eu tô sempre tentando deixar o meu dia a dia cada vez mais saudável e satisfatório pra mim. Se o meu trabalho não me faz mais feliz e eu recebo uma proposta que me deixa extremamente afim de aceitar, por que não tentar?
Eu morro pela tentativa, mas não fico chorando na praia depois que o navio partiu e ainda consigo vê-lo. Vou lá tento, dou a cara a tapa e faço o meu MELHOR o tempo inteiro.
Não espere de mim, jamais, uma postura acomodada “minha amiga é assim mesmo…” , “ah meu namorado nunca lembra do aniversário, fazer o que”, “todo trabalho tem pontos negativos”, A única coisa em que me acomodei e mesmo assim não me acostumei é com a teimosia da minha mãe, é de fato a única exceção da minha regra: Se eu não tô feliz ligo o botão ‘corrão’ e me mando.
Isso não significa que eu não lute, SIM eu luto, pelo meus ideais e as coisas que são taxadas com peso maior de importância pra mim.
Passei em muitos lugares já, ao todo foram dez empresas(estou na décima primeira) e em cada uma delas aprendi sobre uma área, um jeito de se trabalhar, uma forma de entrosamento. Já participei de equipes que almoçavam juntas, compartilhavam jobs e se ajudavem pra todo mundo conseguir sair no fim de semana, também estive nas que mal se falavam, com panelinhas insuportáveis e ‘games’ dignos de filme de drama com novela mexicana ao cubo. E não me arrependo de nenhuma passagem minha, vivi tudo o que queria, passei por isso e defini o que faz bem para minha produtividade e estou feliz hoje por isso, sei o que me faz bem.
Ouvi uma vez de alguém que eu tinha que ser feliz, meu pai, me disse que dúvida eu teria pro resto da vida. Se eu queria ser publicitária ou astrônoma, isso era normal. Anormal era querer ser os dois, o que eu sempre almejei e agora depois de formada tô me preparando pra começar uma graduacão em Astronomia. Sinceramente? Não vejo isso como um ponto negativo, pra mim alguém que se contenta com um caminho, possbilidade e visão de um ponto de referência só, não tem vontade de viver de tudo.
Eu quero viajar pra Europa como adulta, chorar de rir na Disney e brincar de Safari na África.
Por que no trabalho eu deveria me acomodar em uma função e um lugar se senti tesão pelo vizinho, sonhei com ele, flertei, me apaixonei, tive certeza de que não queria mais o que estava vivendo e ele me chamou pra ser feliz?
Obrigada
Market Mídia – Evandro Gallão, Dickmans Design – Bruno Ancona Lopes, RMG Connect – Dani Galego, Admotion – Bronzatto, Addcom – Priscila, Motorola – Aline Colleoni, Media Contacts – Sarah Sioli, TBoom – Leandro Ogalha, Cubo.cc – Thiago Frias e Nicole Cassiano, Ogilvy – André Artacho e Pedro Araujo, Grïngo – Pela oportunidade por agora!
Tá explicado?



