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Tem pessoas que realmente, chegam, invadem, descobrem, avisam, nos fazem mais fortes, mais fracos, perdedores, os mais felizes, te arrastam para o fundo do poço, te dão motivo pra viver, pra lutar, pra crescer e depois pra de tudo pra desistir.

“O amor não é um mar de rosas”. Ok; Disso todos nós mortais eternos sabemos, mas também não precisa ser um arrastar de correntes até o fim da vida. Quem disse pra ti que amar é sofrer, m-e-n-t-i-u!

Amar é ver mais colorido, rir de piadas sem graças por que vê o sorriso dele brilhando tanto quanto teus olhos. É aquela cócega inexplicável, ou aquela dor que você suporta, que no fundo muitas vezes gosta (não me venha com churumelas de bibibi no comentário. Pergunte á alguém que adora tatuagens, se a pessoa não acha que a dor faz parte?)

Tá e quando a dor passou, a raiva se esvaiu como se não fosse nada e aquele sentimento  permanece intacto no peito? Agora você respira aliviado. Finalmente se convenceu que vai conviver com isto até o fim da vida, aceitou o andar do jogo, e está seguindo em frente.

Este sentimento é o que mais determina como você insere e retira as pessoas de sua vida, pois nada é totalmente apagado e ninguém é excluído ao ponto de nunca mais te fazer rir, chorar, torcer pela pessoa que te foi mais do que querida.

Não há explicação que caiba neste espaço do texto. Uma vez amado de verdade, sempre adorado, admirado e no peito guardado.

Admitir é sempre difícil. Mesmo que seja algo positivo, se convencer, não é uma tarefa levada por muitas pessoas com rapidez. Nem todo cara inteligente, se acha inteligente como é, modelos belíssimas, vêem defeitos imperceptíveis em si mesmas, e é impossível convencê-las de que um penta no couro cabelu do nåo ofusca seus olhos azuis.

A aceitação te leva ao “momento dúvida”, a vontade de reaver os planos deixados pra trás, e confunde tua vida como se não houvesse amanhã, e o ontem ficasse tão pequeno perto do hoje, ao ponto de descosiderá-lo.  Aos poucos aquelas partes ruins vão sendo apagadas, até que um dia desaparecem e só oque é bom resta. O perigo de não saber controlar a lembrança dos momentos ruins, e mantê-los no coração, é errar tudo como já erraste.

É difícil continuar respirando, um exercício diário. Assim como o perdão e o costume. Já o amor, não muda meu bem, adormece.

Aceite! :)

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Postado por Alê Ferreira 1 Comment »
This entry was posted on Wednesday, March 11th, 2009 at 4:05 am and is filed under relacionamento. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0 feed. You can leave a response, or trackback from your own site.

One Response to “Você aceita?”

  • Beto says:

    Ótima descrição…
    Esperando um amor adormecer??

    14/03/2009 at 2:02 pm

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Alê Ferreira

Paulistana com um pé na Europa, nascida em 1987, ora tem a certeza de que publicidade é seu ramo, ora decide ser pop star.

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